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Gêmeos e trigêmeos

Atualmente, com a mulher cada dia mais independente e inserida no mercado de trabalho, a maternidade está sendo adiada e, com a idade materna mais avançada, a necessidade de tratamentos através da indução da ovulação vem aumentando. Sabe-se que um dos problemas relacionados aos tratamentos para infertilidade é a gestação múltipla, gêmeos, trigêmeos e até quadrigêmeos.

Visto que a gestação múltipla não é mais uma raridade e é considerada uma gestação que causa mais preocupações, faz-se necessária uma revisão nos cuidados pré-natais das pacientes.

Embora exista uma chance maior de complicações nestes casos, cada vez mais os especialistas estão se adaptando e aprendendo a cuidar melhor destas pacientes, aprimorando a assistência à mãe e aos bebês. Assim, um prénatal bem feito e individualizado, tanto da parte médica quanto nutricional, minimiza muito os riscos destas complicações.

Quanto antes for feito o diagnóstico da gestação múltipla melhor. Atualmente, com a facilidade da ultra-sonografia pode-se detectar o número de gêmeos precocemente e é fundamental que se observe ainda no primeiro exame (ao redor de 5 a 7 semanas de gestação):

1. Estabelecer o número exato de bebês, se idênticos ou não e a posição que estão dentro do útero.

2. Documentar o comprimento do colo uterino para avaliar o risco de prematuridade.

3. Documentar a posição e o número das placentas.

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